Anon

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É hora da review a Anon. Anon é um filme de ficção cientifica com Clive Owen a protagonista. Em Portugal está nas salas dos Cinemas NOS. Também está disponível para subscritores do Netflix, mas acedendo a partir de Portugal ou com IP de Portugal a página não mostra o conteúdo. Pode certamente dever-se ao facto de estar nas salas de cinema e noutros países não ter sido dado a este filme o estatuto para tal.

Anon

No blog do PUMPUM há sempre espaço para os mais e menos badalados filmes. O importante é a sua qualidade e experiência. O meu interesse em Anon começou unicamente pelo trailer. E sim, os trailers para mim valem o que valem. Mas interessou-me o conceito de sociedade futurista, ou não tanto, abordado neste filme. Estamos perante uma vida quotidiana sem qualquer privacidade e em cima disso sob os ditames da chamada Realidade Aumentada (AR – Augmented Reality). E quando está tudo interligado fica aberto o caminho para os hackers que encontram em que procura privacidade uma excelente oportunidade de negócio.

O Enredo

Tudo começa com um aparente erro de reconhecimento facial numa transeunte. O protagonista, o Detective Sal Friedland, interpretado por Clive Owen, vai no passeio, e por via da RA que tem nos seus olhos tem acesso a toda a informação de quem por ele passa na rua, algo de estranho, ou anormal, acontece. Uma das transeuntes não emite qualquer identificação. Isto numa sociedade ou não existe privacidade nem anonimato. Toda a informação e vida de todos está acessível às autoridades como forma de dissuadir qualquer tipo de crime ou comportamento desviante.

Mas mesmo com toda esta “abertura” começa a surgir um novo crime de homicídio em que é impossível descobrir quem é o assassino. Isto porque o mesmo consegue, por via de hacking das suas vítimas, esconder a sua identidade e até como chega à mesmas, qual a sua motivação, entre outros factores de interesse. Isto faz com que o protagonista, por vida da sua profissão e habilidade de detective, assuma a investigação do caso, ao mesmo tempo que se torna a vítima do hacker assassino, por via de manipulação da sua Realidade Aumentada.

Trailer Oficial Anon

Anon

Anon não é um filme com um orçamento de topo. Vive, e muito bem, do desempenho dos actores, da história, da forma como a mesma é contada, do ambiente visual minimalista e de uma banda sonora que existe para transportar e ambientar o espectador para aquele mundo. O filme não se propõe a dizer-nos o que pensar sobre uma sociedade onde não existe anonimato nem privacidade. Quer sim fazer-nos pensar sobre o assunto. E que esta realidade não está longe de se tornar quotidiana.

Para não deixar qualquer tipo de dúvida no ar informo que este post é inteiramente da minha autoria. Não tem qualquer ligação quer aos Cinemas NOS ou Netflix. Não foi pago ou incentivado por qualquer das empresas. Aconselho o visionamento do filme a quem gosta de filmes de ficção cientifica com realidades não descabidas e não longínquas para criar vontade de pensar sobre temas importantes e até polarizantes.

O Teu Comentário Conta

Já viste Anon? Vais ver? Se já viste partilha o teu comentário em baixo. Tenho todo o gosto em ler e responder. E também iniciar uma troca de ideias sobre o tema de fundo do filme e não só. Não te esqueças de dar uma vista de olhos pelas redes sociais em baixo. Podes também dar sugestões para conteúdo e temas a serem abordados. Até ao próximo post. Fica bem!

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